As ações desenvolvidas pela Patrulha Maria da Penha do 21º Batalhão da Polícia Militar em Juara e na região têm papel fundamental no amparo, acompanhamento e proteção de mulheres vítimas de violência doméstica.

Dentro dessa realidade, a disponibilização de uma sala específica para receber, ouvir e acolher essas vítimas representa um importante avanço, proporcionando mais privacidade, segurança e condições adequadas para que elas possam relatar suas situações.

A nova estrutura destinada ao atendimento da Patrulha Maria da Penha foi visitada pela 20ª Subseção da OAB/MT, a convite do Conselho Comunitário de Segurança Pública (CONSEG) de Juara, sob a presidência do pastor Ronael Silva.

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A visita aconteceu na manhã desta sexta-feira, dia 28 de agosto de 2026.

Durante a visita, a presidente da entidade, Lindamir Paiva conheceu as novas dependências instaladas no Batalhão da Polícia Militar acompanhada do Tenente Coronel Alex Fontes Meira, comandante da unidade e Codoaldo Neves do Conseg juntamente com a Sargento PM Helena Portela.

A ampliação do espaço busca oferecer melhores condições para o atendimento das mulheres que procuram auxílio diante de situações de violência doméstica, ao mesmo tempo em que proporciona um ambiente mais apropriado para o trabalho desenvolvido pelos policiais militares responsáveis pelo acompanhamento dos casos.

A existência de um local reservado para esse atendimento também contribui para preservar a intimidade das vítimas e favorece um acolhimento mais humanizado, especialmente em momentos em que muitas mulheres chegam fragilizadas e necessitam de orientação, proteção e confiança para buscar ajuda.

A OAB, Lindamir Paiva reforçou a importância da atuação integrada entre as instituições envolvidas na segurança e na proteção das mulheres. A entidade destacou que pretende continuar colaborando por meio de ações e parcerias institucionais voltadas ao fortalecimento da segurança pública e à defesa dos direitos das vítimas de violência contra a mulher.

A iniciativa, segundo as autoridades, demonstra que, além da atuação policial, a criação de uma rede de proteção estruturada e preparada para ouvir e acolher pode ser decisiva para que mulheres em situação de violência tenham condições de romper o ciclo de agressões e buscar os caminhos legais para sua proteção.